24 estrelas de One Chicago confirmadas para voltar em 2026 — veja quem continua nas séries

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Os bastidores de One Chicago estão agitados: mesmo com saídas já anunciadas, 24 intérpretes essenciais garantiram presença nos episódios que a NBC exibe em 2026. Isso inclui nomes que atravessam incêndios, salas de cirurgia e investigações de alto risco, mantendo a espinha dorsal das três produções.

Com as salas de roteiro já mapeando reviravoltas, o retorno desse grupo indica continuidade de tramas e a chance de novas dinâmicas de liderança. A seguir, detalhamos como cada ator vem sustentando seu personagem e o que os fãs podem esperar da performance de cada um na próxima leva de capítulos.

Quem volta e por que isso importa para a narrativa

Os showrunners Derek Haas, Michael Brandt e Gwen Sigan mantêm a estratégia de valorizar elencos fixos para dar solidez aos arcos dramáticos. Mesmo assim, ajustes de última hora pedem versatilidade dos roteiristas, que agora contam com a permanência dos 24 nomes listados abaixo. Confira como direção, texto e atuação se encaixam em cada caso.

Taylor Kinney – Kelly Severide (Chicago Fire)

Kinney retorna para o 15º ano vivendo Severide, depois de um final que o deixou cercado por chamas. A consistência do ator em cenas de ação facilita o trabalho do diretor Reza Tabrizi, que costuma apostar em planos longos durante resgates.

No roteiro, Severide deve lidar com o dilema de comandar a Brigada 51. A entrega física de Kinney garante veracidade às sequências de explosão e às conversas íntimas com Kidd.

Para os roteiristas, a permanência do personagem oferece terreno para discutir liderança e família sem perder ritmo de thriller.

Miranda Rae Mayo – Stella Kidd (Chicago Fire)

Mayo equilibra vulnerabilidade e firmeza ao mostrar Kidd dividida entre carreira e maternidade de acolhimento. A química em tela com Kinney ajuda o show a explorar casais sob pressão.

Com direção que privilegia close-ups em cenas de trauma, a atriz sustenta emoção sem melodrama. A próxima temporada promete diálogos densos sobre autocobrança.

Os roteiristas contam com sua presença para abordar igualdade de gênero dentro do batalhão, mantendo a cadência da trama principal.

David Eigenberg – Christopher Herrmann (Chicago Fire)

Eigenberg, veterano na franquia, traz naturalidade às crises existenciais de Herrmann. A sequência de renovação de votos exemplificou o timing dramático do ator.

O texto deve continuar explorando legado e aposentadoria, temas que dialogam com a idade do personagem e permitem cenas contemplativas dirigidas com tom quase documental.

Manter Herrmann em tela garante contraponto de experiência às ações mais explosivas do quartel.

Christian Stolte – Randall “Mouch” McHolland (Chicago Fire)

Stolte segue como alívio cômico discreto, algo valorizado pelos roteiristas nas passagens de bastidor. O livro de memórias do personagem rende metacomédia.

A direção costuma enquadrá-lo em planos coletivos, reforçando laços de veterania. Espera-se que a narrativa mergulhe na reflexão sobre legado, ampliando a voz de Mouch fora das emergências.

Seu retorno fortalece a dinâmica histórica com Herrmann, essencial para o coração da série.

Daniel Kyri – Darren Ritter (Chicago Fire)

Kyri ganhou espaço em arcos de liderança na temporada passada. Sua atuação contida contrasta com o caos dos incêndios, oferecendo camadas ao jovem bombeiro.

Os roteiristas podem aproveitar a vaga deixada por saídas de elenco para colocar Ritter em novos comandos de equipe. A câmera, geralmente móvel, acompanha sua evolução em campo.

Essa ascensão dará fôlego a tramas de responsabilidade precoce dentro de Firehouse 51.

Hanako Greensmith – Violet Mikami (Chicago Fire)

Greensmith alia leveza e urgência nas missões da ambulância 61. No final recente, seu esforço para unir colegas evidenciou maturidade dramática.

Com possíveis shake-ups no elenco, o texto deve destacar sua confiança crescente no atendimento pré-hospitalar, gerando sequências de resgate centradas na personagem.

Direção e fotografia tendem a usar planos fechados para realçar o pulso de Violet nas decisões de segundos.

Jocelyn Hudon – Lyla Novak (Chicago Fire)

Hudon trouxe intensidade emocional ao abordar traumas familiares. A superação mostrada abre espaço para tramas sobre reconstrução pessoal.

O roteiro prevê fortalecimento da parceria com Violet, criando núcleo coeso da enfermagem de campo. Isso amplia a representação feminina de liderança.

Planos intimistas em cenas de confidência devem destacar nuances de Hudon, reforçando proximidade com o público.

Brandon Larracuente – Sal Vasquez (Chicago Fire)

Larracuente foi colocado em rota possível para crossover com Chicago P.D., o que exige versatilidade de atuação entre gêneros.

Nos últimos capítulos, a indecisão profissional de Vasquez gerou ótimos conflitos internos. A direção pode explorar contrastes visuais entre quartel e delegacia.

Roteiristas têm, assim, uma ponte orgânica entre as séries, potencializando episódios especiais.

Joe Minoso – Joe Cruz (Chicago Fire)

Minoso recebeu cena-gancho dramática: pai de gêmeos em risco no meio de uma explosão. A entrega emocional do ator sustenta cenas de pânico e ternura.

Como o artista deixará o elenco mais adiante, os roteiros focarão na jornada de despedida. Expectativa de sequências dirigidas com ritmo acelerado para aumentar tensão.

A presença temporária de Cruz garante catarse à base de Firehouse 51 antes de sua saída definitiva.

Jason Beghe – Hank Voight (Chicago P.D.)

Beghe mantém o tom rouco e o olhar de aço que definem Voight. No último episódio, o personagem flertou com a linha tênue da legalidade.

Direção usa fotografia sombria para acompanhar dilemas morais do detetive, reforçando atmosferas de neo-noir policial.

Roteiristas deverão abordar consequências jurídicas, mantendo a tensão que move a série desde o início.

Marina Squerciati – Kim Burgess (Chicago P.D.)

Squerciati equilibra vulnerabilidade e garra, elementos chave de Burgess. Sua participação na investigação Imani mostrou solidez dramática.

Os roteiros podem oferecer respiro emocional, investindo em estabilidade afetiva com Ruzek. Isso favorecerá cenas de intimismo sob direção de ritmo cadenciado.

Continuar com Burgess em tela preserva a perspectiva empática dentro da Inteligência.

Patrick John Flueger – Adam Ruzek (Chicago P.D.)

Flueger entrega fisicalidade e intensidade, essenciais nas sequências de ação. A parceria com Burgess traz contraponto afetivo.

Direção costuma usar steadicams para acompanhar suas perseguições urbanas, destacando grau de urgência.

Roteiristas devem ampliar o papel de Ruzek no comando de operações, testando liderança e ética.

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Imagem: Internet

Benjamin Levy Aguilar – Dante Torres (Chicago P.D.)

Aguilar se destaca pela presença silenciosa, capaz de transmitir muito com poucos diálogos. Isso dá versatilidade a cenas de investigação.

Com oportunidades de liderança à vista, o roteiro tende a colocar Torres frente a decisões de alto risco. A atuação contida ganhará foco de câmera.

Esse crescimento sustentará a renovação geracional do elenco policial.

Arienne Mandi – Eva Imani (Chicago P.D.)

Mandi entrou em terreno emocional pesado ao lidar com o sequestro da irmã. Sua performance realista evitou excessos.

Os roteiristas planejam explorar as consequências psicológicas da revelação, oferecendo cenas de terapia e investigação paralela.

Direção deve apostar em paleta fria para representar o trauma, realçando a expressão delicada da atriz.

Amy Morton – Trudy Platt (Chicago P.D.)

Morton é presença constante na recepção do distrito. Sua postura firme oferece humor sutil e autoridade.

O texto costuma utilizá-la como ponte entre delegacia e rua, garantindo fluidez narrativa. A atriz domina o timing seco característico.

Manter Trudy assegura a sensação de lar para o público, mesmo em tramas de risco elevado.

LaRoyce Hawkins – Kevin Atwater (Chicago P.D.)

Hawkins exibe carisma e consciência social, marcas de Atwater. Contudo, sua saída está programada para o início da temporada.

Roteiristas planejam arc dramático de despedida que dialogue com temas de justiça racial, coroando a trajetória do personagem.

A direção, sob comando de Jesse Lee Soffer, deve usar planos icônicos da cidade para simbolizar o adeus.

Jesse Lee Soffer – Diretor convidado (Chicago P.D.)

Soffer troca a frente das câmeras pela direção do episódio de despedida de Atwater. Experiência prévia no elenco oferece compreensão minuciosa do set.

Ele tende a privilegiar close-ups emocionais, recurso já observado em capítulos que dirigiu no passado.

Seu envolvimento mantém coesão estilística, importante numa transição de personagem tão querida.

Steven Weber – Dean Archer (Chicago Med)

Weber mostrou versatilidade ao equilibrar sarcasmo e empatia, especialmente no sequestro hospitalar que o colocou sob mira de arma.

Com paternidade recém-confirmada, o roteiro explorará a colisão entre dever médico e vida pessoal. A atuação dinâmica de Weber sustenta essas viradas.

Direção médica costuma usar iluminação neutra para ressaltar tensões internas, truque que favorece seus monólogos rápidos.

Jessy Schram – Hannah Asher (Chicago Med)

Schram brilhou durante o parto em meio ao lockdown, exibindo controle vocal e expressivo. A atriz mantém delicadeza sem perder urgência.

O texto agora combina maternidade e rotina de pronto-socorro, permitindo cenas que mesclam afeto e adrenalina.

Planos em hand-held devem realçar o caos do pronto-atendimento enquanto Hannah administra novos desafios.

Luke Mitchell – Mitch Ripley (Chicago Med)

Mitchell trouxe humanidade ao descobrir o diagnóstico de Lenox. Sua atuação contida contrasta com os casos extremos do hospital.

Os roteiros devem explorar o comprometimento dele com a parceira doente, criando dilemas éticos sobre carreira e vida pessoal.

Direção aposta em fotografia suave para ressaltar momentos de cumplicidade, ampliando o drama.

Molly Bernard – Caitlin Lenox (Chicago Med)

Bernard (Lenox) encara a raríssima GSS com sutileza, fugindo de estereótipos de paciente. A presença dela humaniza a ala de neurologia.

Com quadro fatal, roteiristas têm terreno para discutir cuidados paliativos sem sensacionalismo, apoiados pela entrega emocional da atriz.

Cenas clínicas devem alternar frieza técnica e calor humano, ressaltando a direção de fotografia contrastada.

Darren Barnet – John Frost (Chicago Med)

Barnet impressionou ao retratar luto pelo pai, evitando dramatização excessiva. Sua energia jovem impulsiona cenas de emergência.

O roteiro provavelmente usará o sofrimento recente como motor de empatia com pacientes, criando paralelos narrativos.

Planos médios focados em microexpressões ajudarão a exibir a dor interior do personagem.

S. Epatha Merkerson – Sharon Goodwin (Chicago Med)

Merkerson segura a administração do hospital com autoridade tranquila. Sua experiência garante credibilidade a diálogos sobre burocracia médica.

Roteiristas mantêm Goodwin como fiadora moral da série, responsável por limpar crises institucionais em off.

Direção aposta em enquadramentos frontais para realçar presença firme, recurso que reforça liderança sem alarde.

Oliver Platt – Daniel Charles (Chicago Med)

Platt domina a psiquiatria da trama com humor e compassividade. O questionamento sobre sua carreira adiciona camadas de vulnerabilidade.

O roteiro planeja novos choques éticos entre saúde mental e administração hospitalar, valendo-se da versatilidade do ator.

A fotografia tende a suavizar tons na ala psiquiátrica, destacando o olhar empático de Charles em sessões com pacientes.

Com a confirmação desses 24 retornos, o universo One Chicago preserva sua espinha dorsal e oferece terreno fértil para os roteiristas costurarem transições de poder e despedidas impactantes. O público, assim, já pode ajustar as expectativas para 2026.

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Sou redator especializado em conteúdo de beleza, moda e crochê. Produzo conteúdos desde 2021, tendo experiência como colunista em sites de referência.