Cinto Y2K volta às vitrines: truque simples ensina a usar o acessório por cima da roupa

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O clima nostálgico dos anos 2000 invadiu novamente as passarelas e, desta vez, quem roubou a cena foi o cinto Y2K. Depois de temporadas dominadas por franjas e bojos, o acessório reaparece em versões largas, repletas de fivelas chamativas e aplicações metálicas.

Modelos recentes de marcas como Dsquared2, Miu Miu e LaQuan Smith apontam o caminho: o segredo está em posicionar o cinto acima do quadril, por cima de blusas, vestidos ou até peças de crochê. A proposta pode soar ousada, mas já conquistou editoriais e influenciadoras mundo afora.

Por que o cinto Y2K voltou com tudo

A temporada de inverno 2025/26 confirmou o revival. Na semana de moda de Milão, a Dsquared2 combinou o cinto Y2K a bodies justos e penduricalhos, entregando um visual nada minimalista. O contraste entre o shape enxuto e o volume do acessório criou ponto focal instantâneo.

Em Paris, a Miu Miu provou que alfaiataria e nostalgia podem andar juntas. A casa italiana arrematou ternos de lã cinza com cintos trançados em tons de bege, reforçando o hi-lo e mostrando que não há barreiras entre formalidade e irreverência.

Já LaQuan Smith apostou na cintura marcada sobre vestidos semitransparentes. Solto, o cinto trouxe leveza extra e evidenciou a silhueta, recurso perfeito para quem busca um styling moderno sem abrir mão do conforto.

Como incorporar o cinto Y2K nos looks do dia a dia

Para levar a tendência às ruas, escolha versões largas, de camurça ou couro macio, com fivelas robustas. Em vez de passar o acessório pelas presilhas do jeans, coloque-o sobre camisetas oversized ou vestidos midi. Esse truque alonga a parte superior do corpo e cria ilusão de cintura mais fina.

Quem gosta de misturar texturas pode unir o cinto Y2K a peças de crochê, queridinhas do público que acompanha o LoungeA. Um vestido de pontos abertos, por exemplo, ganha cara nova com o cinto solto na altura do quadril — combinação que conversa bem com botas ou tênis chunky.

Dicas rápidas para escolher o modelo ideal

Priorize cintos de, no mínimo, cinco centímetros de largura; quanto maior, mais alinhado ao espírito dos anos 2000. Tachas, ilhoses e correntes elevam o fator fashion e dispensam acessórios extras.

Se preferir algo mais discreto, opte por tons neutros como preto, caramelo ou marrom. Eles se integram facilmente a jeans, saias plissadas e até macacões utilitários, garantindo versatilidade sem perder o DNA Y2K.

Com essas referências, fica claro que o cinto Y2K voltou para ficar. Ajuste, experimente e deixe que o acessório faça todo o trabalho de atualização no seu guarda-roupa.

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